segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

PALAVRAS FUGITIVAS...

Faz tempo que não dou uma atenção especial para o blog. Ando sem inspiração. As palavras fogem de mim como o diabo foge da cruz.
Falando em diabo e cruz, acho que Deus anda de mal de mim, pois meu ano de 2011 começou bom e terminou cheio de decepções, tristezas, prejuízos, tombos, dores, pé na bunda... Enfim...
Se eu fosse mais otimista diria a mim mesma: "Um pé na bunda não é tão ruim, pois ele pode te empurrar pra frente!!!" Mas nunca fui do tipo otimista. Também não sou pessimista. Sou apenas realista. Tenho meus pés bem cravados no chão e, das poucas vezes que tentei sonhar e voar entre as nuvens da ilusão, me dei mal.
Meu sexto-sentido sempre me avisa quando algo vai dar errado e, mesmo sabendo que ele raramente falha, eu ainda, na maioria das  vezes, não sigo meus instintos. Aí a vaca vai para o brejo. Como sempre...
Não espero nada de 2012, pois quando não esperamos nada, tudo que acontecer será lucro. Se for bom, tudo bem. Se for ruim, fazer o quê? Não posso prever o futuro...
Meu reveillon era pra ser em Torres (RS), mas acabou sendo desviado para o Rio de Janeiro. Vou passar Ano Novo  na praia de  Copacabana, ao som do mar e do David Guetta.
Meu único plano para  2012 é minha viagem para a Europa. Quero sair do Brasil. Ver novas culturas, hábitos, lugares, pessoas...
Estou pensando em me mudar  de SP também. Talvez eu vá morar no Amapá, Amazônia, Acre, Rondônia, Roraima... Quanto mais longe, melhor. Há muito tempo tenho vontade de "fugir" de SP, e esse talvez seja o melhor momento.
Estou de olho nos concursos públicos de outros Estados, principalmente nordeste e norte do  Brasil. Quem sabe a sorte resolve dar o ar de sua graça e botar o ponta do nariz na minha vida.

Tá Freud.

Fui.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A BONECA

Fim de ano chegando, 2011 terminando e logo vem as lembranças dos Natais anteriores...
Quando criança, o Natal era sinônimo de roupas novas e brinquedos. Lembro-me que aos 6 anos minha mãe me prometeu no início do ano que, se eu aprendesse a escrever o nome de todos da família (9 irmãos + pai + mãe), ela me daria uma "boneca grande" no natal.
Fiquei eufórica com a promessa e na mesma hora já fui atrás de um lápis e um caderno. Precisava realizar com urgência aquela "missão". Meu empenho foi tanto que em 1 mês (+ ou -) a missão foi cumprida. Escrevia o nome de todos sem errar uma letra. Aliás, foi através dessa "promessa" que tive meu primeiro contato com as letras e iniciei minha alfabetização.
O fim do ano chegou e a tão sonhada "boneca grande" chegou também. Ela era toda de plástico (igual a da foto acima) e veio só de calcinha.
Meus pais sempre foram de "poucas posses" e não tinham como comprar brinquedos caros para mim, a caçula,  nem para meus irmãos. A família era grande e o alimento sempre foi prioridade.
Apesar da boneca ser toda de plástico e sem nenhuma "atrativo" aparente, me apaixonei por ela. Dormia com ela, saía com ela, conversava com ela... Seu nome era Vânia.
Como minha mãe era costureira, ela mesma tratou de fazer um vestido para a Vânia, pois minha boneca  "veio ao mundo" praticamente pelada...rsrsrsrs.
A Vânia durou anos e era meu xodó. Não me lembro com que idade me desfiz dela, mas ela foi o brinquedo mais simples e mais encantador que tive.
Quando somos crianças, ser feliz  é bem mais simples e mais fácil...

Feliz Natal para todos os visitantes do blog!

Obs.: Prometo escrever mais esse mês, pois a partir de 15/12 tiro férias da escola... Que delííííííciaaaaaa!!!!

Bjim.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SONETO DE SEPARAÇÃO


VINÍCIUS DE MORAES

SONETO DE FIDELIDADE

VINÍCIUS DO MORAES

FORMATURA NO HOSPITAL...

Sempre achei que um dia eu pudesse ter problemas na coluna, pois tenho  tenho uma perna mais curta que a outra decorrente da sequela de poliomielite, sem contar a lordose...
Ontem, dia da formatura das minha duas sobinhas, Gê e Ju, passei o dia todo com dores nas costas e, quando estava já na porta de entrada do salão de formatura, travei. Comecei a sentir dores fortes na lombar a mal podia dar os passos.
Larguei minha irmã e minhas sobrinhas no salão e fui para o pronto socorro. Passei 3 horas tomando soro com analgésicos. A dor quase foi embora, mas perdi a chance de ver minhas lindas sobrinhas se formando.
Eu também não participei da minha formatura de faculdade, pois no ano em que me formei, passei  por uma cirurgia no pé e, para participar da colação e da festa, teria de ir com muletas. Aí desisti...
Mas ainda penso em fazer faculdade de publicidade. Tenho só 33 anos e ainda posso fazer muitas coisas nessa vida. Só preciso começar a cuidar melhor da minha coluna... Sem ela, fica difícil, né?


OBS.:Para quem quiser saber um pouco mais sobra a "Lombalgia", pode acessar o site abaixo. Nele contém os sintomas, as causa e as melhores formas de tratamento:
http://www.herniadedisco.com.br/doencas-da-coluna/lombalgia


Bjm.

sábado, 5 de novembro de 2011

O MUNDO EM QUE VIVEMOS...


A foto ao lado correu o mundo em 2011. Essa moça afegã, Bibi Aisha, teve seu nariz cortado pelo esposo.
Bibi fugiu da casa do marido por sofrer violência  e se refugiou na casa dos pais. O marido, por ser "abandonado" pela esposa, exigiu que a garota fosse punida. A punição foi ter o nariz e as orelhas cortados. Após isso, Bibi foi abandonada e, socorrida em Cabul, foi levada para os EUA, onde fez uma cirurgia plástica de reconstrução. Não sei quem fez a cirurgia, mas acho que não foi o Dr. Hollywood...
Nota-se que Bibi é uma mulher belíssima. Na foto abaixo podemos vê-la já recuperada. A cirurgia, pelo visto, foi bem sucedida.

Ná África, ainda temos tribos que mutilam (retiram) o clítoris das garotas quando ela menstruam. Alguns islâmicos também possuem essa prática.
E as "mulheres-girafas" na Ásia? O que dizer daquelas garotas com aquelas inúmeras  argolas ao pescoço, as quais as deixam com o pescoço alongado e, para a cultura local, faz com que a mulher fique "mais bonita"?
Enfim, ao olhar para certas "culturas" que cometem essas "atrocidades" contra as mulheres,  dou graças a Deus por nascer no Brasil...
Sei que nosso país também comete inúmeras atrocidades, mas, pelo menos, temos algumas leis a nosso favor. Sei que a "Maria da Penha" não resolve nossos problemas com homens violentos, mas já é alguma coisa, né? rsrsrs.
Pior seria se pior fosse...

Obs.: Para mim, a melhor punição contra um homem que corta o nariz da esposa seria cortar o pênis dele bem devagarinho, sem anestesia e com uma gilete enferrujada e semicega... O que acham???

Fui.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

COMPLEMENTANDO...



Esse video com a música "Epitáfio" do Titãs é um "complemento" do post anterior.
Às vezes damos muita importância para coisas desnecessárias e deixamos de lado coisas que realmente importam...

Inté.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

INSTANTES

Hoje, durante minha aula com os alunos do Ensino Médio, me deparei com esse texto no livro didático e resolvi postá-lo aqui no blog.
Faz tempo que não escrevo aqui. Minha vida anda uma correria só. Mas muitas vezes eu penso: Será que tudo isso valerá a pena? Daqui uns 50, 60 anos (se eu sobreviver até lá...rsrsrs)  me arrependerei de ter trabalhado tanto e vivido pouco?
A vida é feita de poucos momentos felizes e, quando estou passando por esses poucos intantes de felicidade, tento sugá-los ao máximo, tento vivê-los até a última gota, pois sei que serão breves...
O texto abaixo é de um senhor de 85 anos. O autor é desconhecido. Alguns dizem que a autoria é do escritor argentino Jorge Luís Borges, e outros, dizem que foi escrito pela americana Nadine Star. Enfim, independente da autoria, ele nos faz refletir sobre o que realmente vale a pena na vida...

"Se eu pudesse novamente viver a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito,
relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido.
Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvetes e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata
e profundamente cada minuto de sua vida;
claro que tive momentos de alegria.
Mas se eu pudesse voltar a viver trataria somente
de ter bons momentos.
Porque se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
não percam o agora.
Eu era um daqueles que nunca ia
a parte alguma sem um termômetro,
uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas e,
se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera
e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e estou morrendo".

Obs.: Não pretendo fazer esse tipo de reflexão quando eu estiver com meus 85 anos...

Bye.